Náutico

Avistamento de baleias

No Espírito Santo, a observação das Jubartes ocorre há 25 quilômetros da costa, cerca de 40 minutos mar adentro, o que atrai turistas de todas as partes do mundo. A observação é possível na costa capixaba entre os meses de maio e novembro.

Os passeios saem do píer localizado na Enseada do Suá e   devem ser feitos por empresas capacitadas pelos grupos de pesquisa desta espécie, o Amigos da Jubarte (Instituto Canal e Últimos Refúgios) ou Instituto Baleia Jubarte.  

Complementando o atrativo, na Praça do Papa o visitante tem acesso ao Memorial da Baleia Jubarte onde há um acervo sobre animais marinhos e técnicos que apresentam informações importantes sobre as espécies marinhas com enfoque maior para as jubartes.

Tem interesse em fazer este passeio?

Você encontra mais informações nos seguintes site:

Instituto Baleia Jubarte: https://www.baleiajubarte.org.br/operadoras-vitoria

Projeto Amigos da Jubarte: www.queroverbaleia.com


Fundo do mar de Guarapari atrai turistas

Outro navio naufragado ali é o Bellucia, que em 1903 chocou-se contra a ilha Escalvada e partiu-se em dois. O navio de aço foi construído na Inglaterra em 1888. Era movido a vapor, tinha 102 metros de comprimento e 2.730 toneladas.

O Marlim: O marlim azul é o peixe mais cobiçado da pesca oceânica. Com dorso azul-cobalto e bico pontiagudo, ele é famoso por sua velocidade e valentia. Por isso, tornou-se símbolo de tudo que o mar tem de desafio, mistério e aventura.

É possível encontrá-lo na superfície durante o dia. À noite, o marlim procura as águas mais profundas sem manifestar muito interesse por alimentos. Os maiores exemplares podem pesar mais de 650 quilos e medir 4 metros de comprimento.

Marlim

Para capturá-lo é necessário materiais pesados, como linhas de até 130 Ib, varas e carretilhas de 700 metros de linhas. Em relação a iscas naturais, as preferidas são farnagaios e sororocas. Entre as artificiais, as melhores são as lulas.

Considerada a capital mundial do marlim, Vitória tem dois recordes internacionais pela captura de marlim azul e branco: o primeiro, de 636 quilos, capturado em fevereiro de 1992, e o segundo, de 82,5 quilos, capturado em dezembro de 1979.

A melhor época de pesca do marlim azul é de outubro a março, e do marlim branco em novembro. Mas, em qualquer período do ano, a pesca é farta e certa.

Pesca Oceânica

A pesca oceânica e os esportes náuticos são destaques no Espírito Santo. Pescadores do mundo inteiro são atraídos pela quantidade e tamanho dos peixes do litoral do Estado. Velejadores de Laser, Hobbie Cat e pequenas embarcações encontram raias privilegiadas por correntes e ventos no litoral capixaba.

As praias de alguns dos municípios da Região Turística Metropolitana são movimentadas e conhecidas por sua variedade de estilos, desde urbanas até bucólicas, e também pela prática de esportes. O clima, a estrutura de píeres e marinas, as condições de vento e, é claro, o visual fazem das cidades de Vitória, Vila Velha, Guarapari e Serra opções para a prática de kitesurf, windsurf, surf, vela e bodyboarding.

Nas montanhas capixabas o rafting e o boiacross dominam as águas do Rio Jucu. As saídas partem da cidade de Domingos Martins. Quem prefere um passeio mais tranquilo pode recorrer às escunas na Grande Vitória ou em Guarapari.

Mergulho no Espírito Santo: Famosas pela pureza das águas e diversidade de espécies, as praias de Guarapari são indicadas para o mergulho esportivo. Para os adeptos, o arquipélago de Três Ilhas, na cidade, guarda muitas surpresas e suas águas calmas permitem até mergulho noturno. Além da vida marinha, vale observar os pontos de naufrágios. Entre as ilhas Rasas e Escalvada estão os restos do navio Victory 8-B, afundado de forma controlada para servir de recife artificial